11 de set. de 2012

Hands-on: Razr HD, da Motorola, e o 4G brasileiro

   O aparelho custará quase dois mil reais, chega em todas as operadoras e é a grande aposta da Motorola por aqui. Colocamos nossas mãos nele para ver se ele vale tudo isso.

   O LTE brasileiro, a conexão 4G e as cidades agraciadas com tal velocidade foram bem discutidas nas últimas semanas, mas em quais aparelhos tudo isso iria funcionar? Pois bem, a Motorola anunciou hoje o Razr HD, o primeiro smartphone com chip LTE no mercado nacional. O aparelho custará quase dois mil reais, chega em todas as operadoras e é a grande aposta da Motorola por aqui. Colocamos nossas mãos nele para ver se ele vale tudo isso.
   De longe, você pode achar que o Razr HD parece demais com a primeira encarnação do Razr, lançada no ano passado. Ao pegá-lo, a sensação muda: enquanto o modelo anterior era muito sisudo, cheio de linhas retas e falta de pegada, o Razr HD tem uma empunhadura bem melhor, com um design mais arredondado na parte traseira. A Motorola também conseguiu aumentar a tela do Razr HD sem torná-lo gigante — o truque aqui foi diminuir as bordas para chegar às 4,7 polegadas, um ganho de 0,4″ em relação ao Razr.
   Ele continua fino e não parece um monstro se colocado ao bolso. E isso é bem incrível, já que o aparelho tem uma bateria de 2.500 mAh, com uma promessa de duração de bateria de 16 horas em conversação — e pelo menos um dia inteiro de uso cotidiano. Faz sentido para um aparelho que tem 4G, algo que bebe mais do que aquele Opala que meu tio teve nos anos 80. Para efeito de comparação, o Razr original tinha uma bateria de 1.780 mAh, enquanto o Galaxy S III leva uma bateria de 2.100 mAh.
   A tela foi um belo salto da Motorola: a resolução de 720 por 1280 pixels cai muito bem na telona, e compará-la com o Razr original chega a ser cruel. Contra concorrentes mais diretos, a sensação inicial é que a tela do Razr HD não fica muito distante do que vimos no Galaxy S III ou no iPhone 4S. E passear por essa tela é algo bem suave, já que o Razr HD conta com um processador dual-core de 1.5GHz que lida mais do que bem com o Android.
   Android esse que, bem, não é o Jelly Bean. Ainda é difícil para nós entendermos por que uma fabricante de hardware que foi comprada pelo Google não lança aparelhos com o sistema mais recente, mas o que temos aqui — e nos outros dois aparelhos que serão lançados nos EUA — é o bom e quase já velho Ice Cream Sandwich. A Motorola Brasil jura de pé juntos que atualizará o aparelho até o fim do ano, e vamos cobrar a promessa. Por enquanto, o que temos é um ICS modificado pela Motorola, que traz de diferente o Chrome como browser padrão. No mais, o mesmo sistema que você já viu bastante por aqui.
Este é o 4G nacional
   A rede 4G da Claro ainda não funciona na cidade de São Paulo, mas para mostrar as magias negras da conexão LTE com o novo aparelho da Motorola, a operadora montou um hotspot 4G durante o evento. Os testes obviamente foram feitos em um ambiente fechado, com poucas conexões — apenas quatro aparelhos — mas os números são realmente altos: 55 Mbps de download, 12 Mbps de upload. Medindo em números da vida: baixei um app de 9 MB em um piscar de olhos, abri sites sem nenhum sofrimento e fiquei triste em pensar que, depois dessa experiência de rato de laboratório, voltarei à vida real do 3G.
   A Motorola também exibiu uma vídeochamada entre três Razr HD — um em São Paulo, outro em Brasília e um terceiro em Paraty — e as coisas funcionaram (com uma ou outra travada e um áudio às vezes falhado, mas ei, estamos falando de conexão celular). Tudo muito bom, tudo muito bem, mas queremos ver mesmo como a rede se sai quando muitos usuários a utilizarem ao mesmo tempo. E isso faz com que fiquemos com duas dúvidas na cabeça…


11 de ago. de 2012

Novo dígito em SP causou problemas no iMessage, WhatsApp ou Viber?



Veja como resolver

Por - 30 jul, 2012 - 09:55
   A transição para o dígito 9 nos celulares da grande São Paulo pode ter sofrido com “instabilidades”, mas já está valendo. Só que o número novo acabou impedindo o acesso a apps como iMessage, Whatsapp e Viber. Mas resolver isso é bem tranquilo – veja como.

iMessage

   No seu iPhone ou iPad, vá até o menu Ajustes e siga os passos:
1. Toque em “Telefone” e veja se o número já aparece com o dígito 9. Senão, coloque o dígito.
2. Toque em “FaceTime”. Desative e ative-o novamente, coloque sua senha do Apple ID e o novo número deve aparecer, já com o dígito 9.
3. Toque em “Mensagens”. Desative e ative o item iMessage, coloque sua senha da Apple ID e pronto.
Se o iMessage ainda não estiver funcionando, lembre que seus contatos também precisam seguir este procedimento. Só depois que eles atualizarem o próprio número, vocês poderão voltar a trocar mensagens entre si.


Whatsapp


   O Whatsapp sabe que você pode mudar de número, e explica no FAQ o que fazer:
Passo 1: atualize seu status do WhatsApp com o novo número de celular.
Passo 2: Delete o WhatsApp, reinstale-o e registre-se com seu novo número de celular.
   Em vez de desinstalar o app, você pode seguir o caminho Configurações > Informações da conta > Excluir minha conta, e refazer o cadastro – agora com o dígito 9.
   É importante avisar no status que seu número mudou. Lembre que seus amigos só poderão falar com você quando eles atualizarem seu contato no celular incluindo o dígito 9.

Viber

    O procedimento é semelhante ao do Whatsapp: vá em Mais > Desativar conta, refaça o cadastro com o dígito 9 e pronto. (Você também pode deletar e reinstalar o app de novo, se preferir.)
Vale o mesmo aqui: seus amigos precisam atualizar seu contato no celular com o novo número, com o dígito 9. Só assim eles poderão falar com você.


   Se você precisa de um app para iPhone, Android ou BlackBerry que atualize a agenda com o dígito 9, clique aqui. E se o novo dígito lhe causou problemas com outros apps, diga nos comentários. [Usa Direito e ShowMeTech]

31 de jul. de 2012

Oi lança aplicativo para adicionar dígito 9 aos celulares DDD 11


A Oi lançou o aplicativo Oi 9digito. Disponível para celulares Android, o aplicativo insere o dígito 9 nos contatos com DDD 11 da agenda do usuário. De acordo com a operadora, o app também estará disponível para iPhone em breve. Usuários de outras operadoras também podem usar o app.
Segundo a Oi, após realizar uma rápida análise dos contatos do usuário, o aplicativo relaciona a quantidade de telefones sem DDD e a quantidade de números que precisam de inserção do 9º dígito para depois inserir o dígito 9.
O aplicativo permite ainda padronizar os números da agenda, como por exemplo 031 55 11 99999–9999, e inserir o código 14 ou 31 da Oi para chamadas de longa distância.  
“Esse aplicativo tem uma interface simples, fácil e confiável que ajudará nossos clientes na mudança dos números com DDD 11, evitando ligações para telefones errados. Ele ainda permite que os usuários sejam avisados de futuras mudanças para novas atualizações”, afirma Roberto Guenzburger, diretor de Mobilidade da Oi.